Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Feliz Ano Novo!

 

    Tenham um óptimo Ano Novo!... De preferência com muitos e bons livros!      

 

                 Feliz...

                                                                         (clicar)

publicado por Cris às 23:49
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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Enquanto as Velas Ardem - Tabitha King e Michael McDowell

 

               

 

      Calley é uma menina com um estranho dom: consegue ouvir o que nenhum ouvido humano alcança, consegue, mesmo ouvir os mortos... A mãe detesta-a, no entanto, refugia-se com esta filha numa velha pensão na ilha da Rosa, em Pensacola Beach, após o bárbaro assassínio do seu marido. É aí que cresce a pequena Calley, desprezada pela mãe e sob o olhar atento das criadas e da proprietária da pensão. Juntando as peças de um estranho "puzzle", a jovem Calliope vai reconstruindo a história da sua família e assim descobrir porque assassinaram o seu querido pai ou porque se refugiou a mãe naquela pensão...

publicado por Cris às 23:54
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Domingo, 23 de Dezembro de 2007

Terminar para começar...

 

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                                                                                       in: Liniers

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publicado por Cris às 21:23
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Sábado, 22 de Dezembro de 2007

Filhos do Coração

 

           

 

      Filhos do Coração, escrito por Luís Figo e Alexandra Borges, ilustrado por Ana Cardoso é um livro pedagógico, mas é sobretudo um livro que nos alerta para o tráfico infantil que se pratica no Gana. Além disso a sua compra é um bom meio (ainda que mínimo!) de podermos fazer algo para modificar esta situação: "Os direitos de autor e parte das receitas deste livro reverterão a favor da ONG Touch a Live Kids, para resgatar as crianças escravas e devolver-lhes a infância que lhes foi roubada."

      Cá em casa já demos o nosso pequeno contributo! 

      As ilustrações estão muito bem conseguidas e a história, que começa numa "noite como outra qualquer", explica, de um modo muito simples e ternurento, os gestos de amor que envolvem o acto de adopção. Mais um livro também aprovado pelo leitor de palmo e meio!

 

       A reportagem «Infância Traficada » de Alexandra Borges constituiu o mote para este projecto que parece ter já outras actividades em vista.

publicado por Cris às 23:47
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

FELIZ NATAL!!

   

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                            Imagem daqui:Diari D’un Llibre Vell

         

publicado por Cris às 10:39
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

É Tão Injusto! - Pat Thomson, Jonathan Allen

 

           

 

      Mais uma sugestão do Plano Nacional de Leitura para o primeiro ano de escolaridade. Um livro hilariante para ler em voz alta, imitando o som dos animais intervenientes: o meu filho adorou!

      Esta é a história de um gato que foi expulso de casa, pela sua dona, na quinta onde mora. Ao queixar-se aos outros animais deste facto, alegando que as travessuras que causaram aquela reacção na dona Floripes foram mínimas, consegue a solidariedade dos amigos que ficam indignados com tamanha injustiça! Será que ele merece outra oportunidade?

publicado por Cris às 11:15
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Domingo, 16 de Dezembro de 2007

Que livro levarias para uma ilha deserta?

  

                    



"O LIVRO DA SOLIDÃO"
CECÍLIA MEIRELES


Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: "Que livro escolheria para levar consigo, se tivesse de partir para uma ilha deserta...?"

Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: "Uma história de Napoleão." Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio... Pode ser um passatempo...

Os que nunca tiveram tempo para fazer leituras grandes, pensam em obras de muitos volumes. É certo que numa ilha deserta é preciso encher o tempo... E lembram-se das Vidas de Plutarco, dos Ensaios de Montaigne, ou, se são mais cientistas que filósofos, da obra completa de Pasteur. Se são uma boa mescla de vida e sonho, pensam em toda a produção de Goethe, de Dostoievski, de Ibsen. Ou na Bíblia. Ou nas Mil e uma noites.

Pois eu creio que todos esses livros, embora esplêndidos, acabariam fatigando; e, se Deus me concedesse a mercê de morar numa ilha deserta (deserta, mas com relativo conforto, está claro - poltronas, chá, luz elétrica, ar condicionado) o que levava comigo era um Dicionário. Dicionário de qualquer língua, até com algumas folhas soltas; mas um Dicionário.

Não sei se muita gente haverá reparado nisso - mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais poético dos livros. O Dicionário tem dentro de si o Universo completo.

Logo que uma noção humana toma forma de palavra - que é o que dá existência ás noções - vai habitar o Dicionário. As noções velhas vão ficando, com seus sestros de gente antiga, suas rugas, seus vestidos fora de moda; as noções novas vão chegando, com suas petulâncias, seus arrebiques, às vezes, sua rusticidade, sua grosseria. E tudo se vai arrumando direitinho, não pela ordem de chegada, como os candidatos a lugares nos ônibus, mas pela ordem alfabética, como nas listas de pessoas importantes, quando não se quer magoar ninguém...

O Dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.

O Dicionário responde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas, acomodadas na sua semelhança, - e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, - mas obedecendo á lei das letras, cabalística como a dos números...

O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.

E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas...

Tudo isto num dicionário barato - porque os outros têm exemplos, frases que se podem decorar, para empregar nos artigos ou nas conversas eruditas, e assombrar os ouvintes e os leitores...

A minha pena é que não ensinem as crianças a amar o Dicionário. Ele contém todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu halo e seu destino - umas vão para aventuras, outras para viagens, outras para novelas, outras para poesia, umas para a história, outras para o teatro.

E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o Dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.

Eu levaria o Dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.

Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.

(SÃO PAULO, FOLHA DA MANHÃ, 11 DE JULHO DE 1948.)


publicado por Cris às 19:02
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Sábado, 8 de Dezembro de 2007

As Ideias da Bia - Elizabeth Baguley

 

           

 

      Uma delícia este livro de Elizabeth Baguley - As Ideias da Bia. Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o Pré- escolar, relata-nos a história de uma menina chamada Bia que com paciência e muita criatividade, consegue conquistar o território  exclusivo de dois rapazes (o Hugo e o Neno) impondo as suas ideias e presença, apesar de eles lhe terem dito que não brincavam com raparigas por elas não saberem brincar. "Mas, quando ela constrói um fantástico carro de corridas e um magnífico navio pirata, eles terão de admitir que ela, de facto, tem ideias brilhantes..." (contra-capa)

      Com uma linguagem clara e simples e as fantásticas ilustrações de Gregoire Mabire, esta história é, sem dúvida, uma óptima escolha para os mais pequenos!

     

publicado por Cris às 13:27
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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

Ética para um jovem - Fernando Savater

 

                         

 

     No âmbito da minha área de estudo, tenho feito outras leituras umas mais técnicas, outras não tanto. Deixo aqui esta sugestão (Ética para um Jovem, de Fernando Savater) pois a leitura desta obra será adequada a qualquer um que se interesse por este assunto (a Ética), especialmente aos jovens. O livro, escrito numa "linguagem informal, clara e imaginativa", lê-se muito bem. Está apresentado sob a forma de conversa que o autor dirige ao seu próprio filho de 15 anos a quem deixa o incentivo «Faz o que quiseres», destacando «a arte de bem viver» consigo próprio e com os outros, como o verdadeiro objectivo da Ética (Ed. Presença).

 

Sinopse na Webboom:

   «Ética para Um Jovem explica, numa linguagem clara, profunda e ao mesmo tempo divertida, do que trata a Ética e de como a podemos aplicar à nossa vida quotidiana para tentarmos viver da melhor maneira possível connosco e com os outros. Um livro que convida o leitor a reflectir e a colocar novas questões sobre a liberdade de escolha, a responsabilidade, o valor da amizade, o amor, o respeito, a posse, o poder. »

publicado por Cris às 11:57
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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

Visto do Céu - Alice Sebold

 

                    

 

      «Susie, a narradora, é uma adolescente, que está morta quando o romance começa. E lá do céu resolve contar-nos como ali foi parar, vítima da brutalidade de um pacato vizinho, que a violou, a matou, a cortou em pedaços, que depois distribuiu por vários locais. Susie começa a observar, lá do céu, a vida na terra, e tenta modificar o destino daqueles que ama.» ( Webboom)

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      Visto do Céu, de Alice Sebold, aborda duas temáticas que nos fazem reflectir: por um lado os sentimentos (revolta, vivências, frustrações, dor...) daqueles que estão ligados a alguém que foi violado, barbaramente assassinado e cujo corpo nunca é encontrado. Por outro lado a questão do "após-morte", o que existirá para além, que poder têm as almas daqueles que partem, que influência poderão exercer sobre os que ficam, para onde irão...

      Muito interessante o livro. Mais ainda quando sabemos que o relato da autora se baseia também na própria experiência pois ela sofreu, igualmente, na pele a violência da violação...

 

publicado por Cris às 16:33
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        Fernando Pessoa

 

"Pegar um livro e abri-lo guarda a possibilidade do facto estético. O que são as palavras dormindo num livro? O que são esses símbolos mortos? Nada, absolutamente. O que é um livro se não o abrimos? Simplesmente um cubo de papel e couro, com folhas; mas se o lemos acontece algo especial, creio que muda a cada vez.”

* Jorge Luís Borges *

 

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