Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

Frágil - Jodi Picoult

 

                Frágil

 

 

      Que posso eu dizer sobre este livro, que não repita impressões deixadas pelos que li anteriormente desta autora? Que me cativa, me emociona até, a forma como Jodi Picoult consegue fazer-nos quase reviver os acontecimentos narrados... que a descrição, daquilo que sente cada personagem, me faz questionar a todo o instante "e se fosse comigo"?, e me leva a duvidar se devo apoiar esta ou aquela parte do conflito... que me obriga a reflectir sobre temas tão diversos como a família, a esperança, o amor infinito pelos filhos, o sacrifício, a verdade, a devoção, a fé, as questões legais e suas fragilidades...

      A palavra frágil não se resume aqui às consequências físicas da doença da protagonista, mas estende-se, sobretudo, às consequências emocionais que a vida de e com uma criança com necessidades especiais pode acarretar.

      Quanto ao final... confesso que após a leitura de todos os outros livros da autora editados em Portugal, consegui adivinhar quase ao pormenor o final, mais uma vez surpreendente, de mais esta excepcional narrativa...

 

 

Sinopse:

«Willow, a linda, muito desejada e adorada filha de Charlotte O’Keefe, nasceu com osteogénese imperfeita - uma forma grave de fragilidade óssea. Se escorregar e cair pode partir as duas pernas, e passar seis meses enfiada num colete de gesso. Depois de vários anos a tratar de Willow, a família enfrenta graves problemas financeiros. É então que é sugerida a Charlotte uma solução. Ela pode processar a obstetra por negligência - por não ter diagnosticado a doença de Willow numa fase inicial da gravidez, quando ainda fosse possível abortar. A indemnização poderia assegurar o futuro de Willow. Mas isso implica que Charlotte tem de processar a sua melhor amiga. E declarar perante o tribunal que preferia que Willow não tivesse nascido...»

 

publicado por Cris às 18:58
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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Assim estou eu...

  

                                                                      Liniers

 

      «Sabes que leste um bom livro quando, ao virares a última página, te sentes um pouco, como se tivesses perdido um amigo.»

                                             Desconheço o autor     

   

                                                     

 

publicado por Cris às 23:23
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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

Bolsa para pc

 

      

 

 

      Ora aqui está uma ideia original... Adeptos das novas tecnologias que não esquecem o velho amigo livro, eis a bolsa ideal para transportar o pc!!

 

Mais uma ideia encontrada em We heart it!!

 

 

publicado por Cris às 23:54
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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Escadas literárias

 

              

 

Encontrei em Tinywhitedaisies!

 

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publicado por Cris às 21:07
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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Felizmente...

 

    

 

      ... há livros para todos os gostos!

 

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publicado por Cris às 23:54
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

A Ilha Debaixo do Mar - Isabel Allende

 

             A Ilha debaixo do Mar

 

      «Todos temos dentro de nós uma insuspeita reserva de força que emerge quando a vida nos põe à prova.»

                           Isabel Allende, A Ilha Debaixo do Mar

 

 

      Isabel Allende brinda-nos em A Ilha Debaixo do Mar com mais uma narrativa brilhante, que nos deixa saudades depois de terminada a leitura.

      Trata-se da história do extraordinário percurso de vida de Zarité, uma escrava dos finais do século XVIII, natural de Saint-Domingue. Apesar de ter nascido escrava, esta mulher foi abençoada à nascença com uma "boa estrela" que a terá dotado de uma incondicional força e coragem, de um amor e uma bondade natural inquestionáveis...

      Mais uma obra que segue a linha de outras da mesma autora como A Casa dos Espíritos ou Filha da Fortuna. Sem dúvida, mais uma a registar entre as minhas melhores leituras.

 

 

Sinopse

Para quem era uma escrava na Saint-Domingue dos finais do século XVIII, Zarité tinha tido uma boa estrela: aos nove anos foi vendida a Toulouse Valmorain, um rico fazendeiro, mas não conheceu nem o esgotamento das plantações de cana, nem a asfixia e o sofrimento dos moinhos, porque foi sempre uma escrava doméstica. A sua bondade natural, força de espírito e noção de honra permitiram-lhe partilhar os segredos e a espiritualidade que ajudavam os seus, os escravos, a sobreviver, e a conhecer as misérias dos amos, os brancos. Zarité converteu-se no centro de um microcosmos que era um reflexo do mundo da colónia: o amo Valmorain, a sua frágil esposa espanhola e o seu sensível filho Maurice, o sábio Parmentier, o militar Relais e a cortesã mulata Violette, Tante Rose, a curandeira, Gambo, o galante escravo rebelde… e outras personagens de uma cruel conflagração que acabaria por arrasar a sua terra e atirá-los para longe dela. Quando foi levada pelo seu amo para Nova Orleães, Zarité iniciou uma nova etapa onde alcançaria a sua maior aspiração: a liberdade. Para lá da dor e do amor, da submissão e da independência, dos seus desejos e os que lhe tinham imposto ao longo da sua vida, Zarité podia contemplá-la com serenidade e concluir que tinha tido uma boa estrela.

 

publicado por Cris às 22:22
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        Fernando Pessoa

 

"Pegar um livro e abri-lo guarda a possibilidade do facto estético. O que são as palavras dormindo num livro? O que são esses símbolos mortos? Nada, absolutamente. O que é um livro se não o abrimos? Simplesmente um cubo de papel e couro, com folhas; mas se o lemos acontece algo especial, creio que muda a cada vez.”

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