Terça-feira, 29 de Junho de 2010

Compaixão - Jodi Picoult

 

             Compaixão

 

      Encontramos neste livro mais um tema polémico, bem ao gosto de Jodi Picoult. Desta vez discute-se o direito à morte, vulgarmente conhecido por eutanásia. Os sentimentos das personagens são, mais uma vez, explorados de forma intensa impelindo-nos a reflectir: em caso de doença terminal o doente deve poder escolher e deliberar sobre a sua própria morte? E quem ama alguém nessa situação, pode sobrepor-se a Deus e permitir ou mesmo provocar a sua morte por compaixão? O que está certo ou errado nestes casos acaba por se confundir e sentimos dificuldade em tomar um partido...

      Paralelamente a esta questão, a autora introduz outro tema, não menos polémico, não menos complexo - o adultério. Os dois temas têm um ponto comum: o amor. O amor que entre casais nunca é equivalente numa escala cinquenta-cinquenta. Como o refere uma das personagens "num casamento nunca é mesmo a meias. É sempre setenta-trinta ou sessenta-quarenta. Há sempre alguém que se apaixona primeiro. Alguém que coloca a outra pessoa num pedestal. Alguém que se esforça muito para que as coisas corram bem; a outra pessoa limita-se a deixar-se levar."  

      Gostei deste livro, li-o com o mesmo entusiasmo com que tenho seguido todos os outros desta autora. Não me senti defraudada nas espectativas que criei para esta história. Apenas esperava outro final... Há sempre uma reviravolta inesperada no fim de cada livro de Jodi Picoult, desta vez o inesperado foi não existir reviravolta inesperada! 

      Uma pequena crítica que tenho a fazer ao livro (versão portuguesa da Civilização Editora) é a existência de um significativo número de incorrecções ortográficas... E fico-me por aqui...

 

 

Sinopse

“Se o amor da sua vida lhe pedisse ajuda para morrer, que faria? O comandante da polícia de uma pequena cidade de Massachusetts, Cameron McDonald, faz a detenção mais difícil da sua vida quando o seu primo Jamie lhe confessa ter matado a mulher, que sofria de uma doença terminal, por compaixão. Agora, um intenso julgamento por homicídio coloca a cidade em alvoroço e vem perturbar um casamento estável: Cameron, colaborando na acusação contra Jamie, vê-se, de repente, em confronto com a sua mulher, Allie – fascinada pela ideia de um homem amar tanto a mulher a ponto de lhe conceder todos os desejos, até mesmo o de acabar com a vida dela. E quando uma atracção inexplicável leva a uma traição chocante, Allie vê-se confrontada com as questões sentimentais mais difíceis: quando é que o amor ultrapassa os limites da obrigação moral? e o que é que significa amar verdadeiramente alguém?”

 

 

publicado por Cris às 23:06
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Domingo, 27 de Junho de 2010

Prazeres compatíveis...

 

     

                                                                                                      

                 ... os livros e o mar...

 

      Imagem daqui

 

publicado por Cris às 22:59
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Sexta-feira, 25 de Junho de 2010

Pensamento do dia...

 

          

 

publicado por Cris às 22:23
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Quinta-feira, 24 de Junho de 2010

Book Ring... Interessante!

 

                

 

      Um anel que é também um livro, com as páginas em branco para escreveres o que te apetecer, quando te apetecer!

     O livrinho está preso por um elástico para poder ser substituido quando estiver preenchido...

 

 

        Encontrei aqui!!

 

publicado por Cris às 23:07
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Domingo, 20 de Junho de 2010

Gostas de ler na casa de banho?

 

          

 

      Esta sugestão, que encontrei em Desire to inspire, é ideal para quem gosta de ler na casa de banho: Uma estante adaptada a este espaço onde, tenho a certeza, muitas pessoas encontram, enfim, a tranquilidade necessária a uma boa leitura...

 

publicado por Cris às 21:52
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

O Símbolo Perdido - Dan Brown

 

      O Símbolo Perdido

 

      Embora me tenha alongado na leitura deste livro, a minha opinião sobre o mesmo não podia ser melhor!

      Gostei da forma como está construída a história - somos levados a seguir os acontecimentos como se estivessemos a visualizar um filme de acção! Mas gostei, sobretudo das portas de informação que nos abre, assim como da sugestão que fica no ar (ou talvez não) de que a ciência se aproxima de forma avassaladora da espiritualidade... que o Homem, cada vez mais tido como ser pensante e céptico, necessita, afinal, de repensar tudo o que aprendeu sobre Deus, a fé e aquilo em que acredita...

 

 

Sinopse

Washington, D. C.: Robert Langdon, simbologista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros.
Robert Langdon reconhece-os: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos.

Quando Peter Solomon, eminente maçom e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo.

Langdon vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, templos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconcebível.

Trama de história veladas, símbolos secretos e códigos enigmáticos, tecida com brilhantismo, O Símbolo Perdido é um thriller surpreendente e arrebatador que nos surpreende a cada página.
O segredo mais extraordinário e chocante é aquele que se esconde diante dos nossos olhos…

 

publicado por Cris às 23:41
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Domingo, 13 de Junho de 2010

Concordo...

 

     

 

 

publicado por Cris às 23:47
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Quarta-feira, 9 de Junho de 2010

...

 

        

 

 

publicado por Cris às 23:18
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Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Se...

 

       

 

      «Se tens um jardim e uma biblioteca, tens tudo para ser feliz!»

                                                       Cícero

 

publicado por Cris às 23:57
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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

Quando os livros servem uma causa...

 

     

 

 

      São 800 os livros criteriosamente espalhados pela rua, cada um com uma pequena luzinha. O objectivo: alertar consciências, numa batalha contra o tráfego de Nova York...

      Mais pormenores aqui e, sobretudo, aqui!

 

 

publicado por Cris às 22:42
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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

Café literário...

 

     

 

 

      Não sei onde se situa este espaço mas parece-me bastante original!!

 

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publicado por Cris às 23:03
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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

Dia da Criança...

 

       

 

      Pequenos leitores que encontrei em wordpainting!!

 

 

publicado por Cris às 23:18
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        Fernando Pessoa

 

"Pegar um livro e abri-lo guarda a possibilidade do facto estético. O que são as palavras dormindo num livro? O que são esses símbolos mortos? Nada, absolutamente. O que é um livro se não o abrimos? Simplesmente um cubo de papel e couro, com folhas; mas se o lemos acontece algo especial, creio que muda a cada vez.”

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